A formação acadêmica como ferramenta para o emprego

Lancei ainda ontem uma pesquisa na qual eu perguntava o que era mais importante para arrumar um bom emprego, e a pesquisa vai de vento em popa (aproveite para votar também – O que é mais importante para encontrar um bom emprego). Por enquanto a maioria esmagadora está escolhendo “ter um diploma de uma escola conceituada”.

É claro que sendo esse um blog sobre educação e visitado por muitas pessoas da área isso faz sentido – e não deixa de ter o seu valor –  mas apenas ter um diploma de uma escola conceituada na área não garante um bom emprego.

Conheço pessoas que após dedicarem-se por anos a conseguir uma formação primorosa em universidades excelentes acabaram tendo uma carreira profissional não tão brilhante quanto outros com diplomas mais modestos.

Outros ainda, após conseguir o tão almejado diploma acabaram atuando em outras áreas “por escassez de vagas no setor”. Interessante que outros profissionais empregados no setor nem tinham diplomas de tanto peso.

“Encontrar” um emprego com um bom diploma é fácil mas “manter” o emprego independe da universidade na qual você se formou. E mesmo hoje em dia não seria errôneo afirmar que as empresas podem valorizar os diplomas conceituados mas que também procuram outras características em seus futuros profissionais.

“Educar” não é somente transmitir informação, é muito mais que isso. Trata-se de desenvolver em seus alunos as características que mais tarde os capacitarão a exercer sua função na vida profissional da forma mais adequada e bem-sucedida possível.

Não compreendo a profissão de professor senão dessa maneira. O professor tem uma responsabilidade para com seus alunos, que  não é somente a de ser um transmissor de informação útil (?), ele  também deve guiar seus alunos e ensiná-los a tirar partido de seus dons naturais e desenvolver outros que serão as ferramentas que usarão em sua vida futura.

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