Aprenda Fácil

Dicas de como aprender melhor

Como nossa memória funciona?

Para tirar partido de nosso cérebro e de sua forma de arquivar a informação, antes precisamos entender como ele funciona.

Durante o dia estamos expostos a todo tipo de informação: músicas, sons, gostos, cheiros, dor, alegria, aulas, etc. Tudo o que percebemos através de um de nossos sentidos é registrado por nosso cérebro. Algumas informações, por envolverem emoções em maior ou menor grau, são rapidamente arquivadas. Por esse motivo você nunca vai esquecer aquele dia em que foi atacado por um dobberman porque essa experiência envolveu várias emoções e sensações: medo, dor, revolta, impotência, frustração…

As experiências que não envolvem emoções ou nas quais a emoção está envolvida em um grau muito baixo (uma aula de geografia, por exemplo) vão permanecer em seu cérebro até a hora de dormir. Enquanto você dorme seu cérebro, através de um mecanismo especial vai determinar se essas informações são importantes ou não.

Se essa informação for considerada importante será arquivada em algum setor de sua memória, se não for será simplesmente apagada. É por isso que você não reconhece o padeiro se o encontrar no banco, por exemplo. Seu cérebro não considera importante que você se lembre do rosto dele mesmo que o veja todos os dias.

Mas vejamos esse exemplo do padeiro: depois de muito esforço você conseguirá lembrar de seu rosto. Isto porque pelo fato de vê-lo muitas vezes, seu cérebro não deletou completamente o padeiro de sua memória, mas como a informação foi cadastrada como “não importante”, foi arquivada num setor de sua memória para onde vão informações que não são acessadas freqüentemente. Quantas vezes por semana você tenta lembrar do rosto do padeiro? Vimos então, que mesmo se uma informação não é importante pode ficar arquivada pela freqüência e repetição com que você se expõe a ela. Graças a isso conseguimos decorar a tabuada mesmo que não faça muito sentido para nós. A repetição acaba obrigando o cérebro a arquivar a informação.

Se a informação nova, mesmo que considerada importante, contiver algum “link”, será arquivada junto com a informação ligada a ela. Por exemplo: se você gostou muito de um filme que era ambientado no deserto e muitas das cenas eram passadas nesse ambiente, quando você aprender algo sobre deserto na aula de geografia, seu cérebro automaticamente associará as duas informações (o filme e as informações novas sobre desertos), e você não terá dificuldades nesse tópico porque certamente ele estará num dos compartimentos principais de sua memória. É por isso que sempre que nos dão informações novas sobre algo de que gostamos (emoção) nós aprendemos tudo com facilidade.

A memória de cada pessoa tem alguns aspectos que a diferencia das demais: alguns conseguem armazenar melhor as informações ouvidas, outros as vistas. De qualquer modo, se recebemos a informação de mais de uma forma, ela será armazenada com mais facilidade. É por isso que nos lembramos mais de uma música que vimos num clipe do que se a ouvirmos no rádio.

Portanto, o que faz com que nosso cérebro armazene uma informação:

  • ser considerada importante
  • conter links com informações já arquivadas
  • estar relacionada a alguma emoção
  • a repetição da exposição a ela

Todo esse processo acontece durante o tempo em que estamos dormindo. É dessa forma que o cérebro cataloga o que captamos durante o dia e elimina o que não vai permanecer, “limpando” nosso cérebro para receber mais informações no dia seguinte.

Analisando assim, fica fácil entender porque se você estudar a matéria cada dia um pouco e depois der mais uma lida antes da prova aprende muito mais do que se passar a véspera da prova acordado tentando decorar tudo o que vai cair.

Usando essas informações com certeza você vai se sair bem melhor na próxima prova ou concurso que for fazer.

(zailda coirano)

17 Julho 2008 Escrito por zailda | aprendizado | , , , , | Não Há Comentários

Tudo sobre concursos

Concursos publicos, apostilas, provas, editais, prefeituras, bancos, Tribunal de Justica, TRE, Policias Civil Militar Rodoviaria Federal

CAIXA ECONOMICA FEDERAL
Divulgado o Gabarito do Concurso da Caixa Econômica Federal. O concurso visa preencher vagas para Cadastro de Reserva aos aprovados para o cargo de Técnico Bancário com remuneração inicial de R$1244,00. De acordo com a Organizadora mais de 760 mil inscritos realizaram a prova no ultimo domingo 29/06/08.

Acesse o link para saber mais.

14 Julho 2008 Escrito por zailda | Concursos, aprendizado | , , , | Não Há Comentários

Saiba tudo sobre todos os concursos

PCI - Concursos

O IBGE abre inscrições para Agentes Censitários

107 vagas para o Instituto de Terras do Estado de São Paulo - SP

Esses e muitos outros concursos você encontra clicando em um dos links acima. O site é confiável e fornece todas as informações: datas, apostilas, prorrogações, editais, número de vagas, convocações. Se você é um “concurseiro” profissional ou compulsivo, esse site tem que estar no seu “favoritos”.

10 Julho 2008 Escrito por zailda | Concursos | , , , | 1 Comentário

A importância da leitura

A Importância da Leitura

A prática da leitura se faz presente em nossas vidas desde o momento em que começamos a “compreender” o mundo à nossa volta. No constante desejo de decifrar e interpretar o sentido das coisas que nos cercam, de perceber o mundo sob diversas perspectivas, de relacionar a realidade ficcional com a que vivemos, no contato com um livro, enfim, em todos estes casos estamos, de certa forma, lendo - embora, muitas vezes, não nos demos conta.

A atividade de leitura não corresponde a uma simples decodificação de símbolos, mas significa, de fato, interpretar e compreender o que se lê. Segundo Angela Kleiman, a leitura precisa permitir que o leitor apreenda o sentido do texto, não podendo transformar-se em mera decifração de signos linguísticos sem a compreensão semântica dos mesmos.

Nesse processamento do texto, tornam-se imprescindíveis também alguns conhecimentos prévios do leitor: os linguísticos, que correspondem ao vocabulário e regras da língua e seu uso; os textuais, que englobam o conjunto de noções e conceitos sobre o texto; e os de mundo, que correspondem ao acervo pessoal do leitor. Numa leitura satisfatória, ou seja, na qual a compreensão do que se lê é alcançada, esses diversos tipos de conhecimento estão em interação. Logo, percebemos que a leitura é um processo interativo.

Quando citamos a necessidade do conhecimento prévio de mundo para a compreensão da leitura, podemos inferir o caráter subjetivo que essa atividade assume. Conforme afirma Leonardo Boff,

cada um lê com os olhos que tem. E interpreta onde os pés pisam. Todo ponto de vista é a vista de um ponto. Para entender o que alguém lê, é necessário saber como são seus olhos e qual é a sua visão de mundo. Isto faz da leitura sempre um releitura. [...] Sendo assim, fica evidente que cada leitor é co-autor.

A partir daí, podemos começar a refletir sobre o relacionamento leitor-texto. Já dissemos que ler é, acima de tudo, compreender. Para que isso aconteça, além dos já referidos processamento cognitivo da leitura e conhecimentos prévios necessários a ela, é preciso que o leitor esteja comprometido com sua leitura. Ele precisa manter um posicionamento crítico sobre o que lê, não apenas passivo. Quando atende a essa necessidade, o leitor se projeta no texto, levando para dentro dele toda sua vivência pessoal, com suas emoções, expectativas, seus preconceitos etc. É por isso que consegue ser tocado pela leitura.

Assim, o leitor mergulha no texto e se confunde com ele, em busca de seu sentido. Isso é o que afirma Roland Barthes, quando compara o leitor a uma aranha:

[...] o texto se faz, se trabalha através de um entrelaçamento perpétuo; perdido neste tecido - nessa textura -, o sujeito se desfaz nele, qual uma aranha que se dissolve ela mesma nas secreções construtivas de sua teia.

Dessa forma, o único limite para a amplidão da leitura é a imaginação do leitor; é ele mesmo quem constrói as imagens acerca do que está lendo. Por isso ela se revela como uma atividade extremamente frutífera e prazerosa. Por meio dela, além de adquimirmos mais conhecimentos e cultura - o que nos fornece maior capacidade de diálogo e nos prepara melhor para atingir às necessidades de um mercado de trabalho exigente -, experimentamos novas experiências, ao conhecermos mais do mundo em que vivemos e também sobre nós mesmos, já que ela nos leva à reflexão.

E refletir, sabemos, é o que permite ao homem abrir as portas de sua percepção. Quando movido por curiosidade, pelo desejo de crescer, o homem se renova constantemente, tornando-se cada dia mais apto a estar no mundo, capaz de compreender até as entrelinhas daquilo que ouve e vê, do sistema em que está inserido. Assim, tem ampliada sua visão de mundo e seu horizonte de expectativas.

Desse modo, a leitura se configura como um poderoso e essencial instrumento libertário para a sobrevivência do homem.

Há entretanto, uma condição para que a leitura seja de fato prazerosa e válida: o desejo do leitor. Como afirma Daniel Pennac, “o verbo ler não suporta o imperativo”. Quando transformada em obrigação, a leitura se resume a simples enfado. Para suscitar esse desejo e garantir o prazer da leitura, Pennac prescreve alguns direitos do leitor, como o de escolher o que quer ler, o de reler, o de ler em qualquer lugar, ou, até mesmo, o de não ler. Respeitados esses direitos, o leitor, da mesma forma, passa a respeitar e valorizar a leitura. Está criado, então, um vínculo indissociável. A leitura passa a ser um imã que atrai e prende o leitor, numa relação de amor da qual ele, por sua vez, não deseja desprender-se.
Maria Carolina
Professora de Língua Portuguesa e Redação do Ensino Médio e Normal

9 Julho 2008 Escrito por zailda | leitura | , , | Não Há Comentários

Interpretação de textos

Interpretação de Textos - Tipos de Texto e Formas de Discurso

Para ler e entender um texto é preciso atingir dois níveis de leitura:

Informativa e de reconhecimento;

Interpretativa.

A primeira deve ser feita cuidadosamente por ser o primeiro contato com o texto, extraindo-se informações e se preparando para a leitura interpretativa. Durante a interpretação grife palavras-chave, passagens importantes; tente ligar uma palavra à idéia-central de cada parágrafo.

A última fase de interpretação concentra-se nas perguntas e opções de respostas. Marque palavras com NÃO, EXCETO, RESPECTIVAMENTE, etc, pois fazem diferença na escolha adequada.

Retorne ao texto mesmo que pareça ser perda de tempo. Leia a frase anterior e posterior para ter idéia do sentido global proposto pelo autor.

ORGANIZAÇÃO DO TEXTO E IDÉIA CENTRAL

Um texto para ser compreendido deve apresentar idéias seletas e organizadas, através dos parágrafos que é composto pela idéia central, argumentação e/ou desenvolvimento e a conclusão do texto.

Podemos desenvolver um parágrafo de várias formas:

Declaração inicial;

Definição;

Divisão;

Alusão histórica.

Serve para dividir o texto em pontos menores, tendo em vista os diversos enfoques. Convencionalmente, o parágrafo é indicado através da mudança de linha e um espaçamento da margem esquerda.

Uma das partes bem distintas do parágrafo é o tópico frasal, ou seja, a idéia central extraída de maneira clara e resumida.

Atentando-se para a idéia principal de cada parágrafo, asseguramos um caminho que nos levará à compreensão do texto.

OS TIPOS DE TEXTO

Basicamente existem três tipos de texto:

Texto narrativo;

Texto descritivo;

Texto dissertativo.

Cada um desses textos possui características próprias de construção.

DESCRIÇÃO

Descrever é explicar com palavras o que se viu e se observou. A descrição é estática, sem movimento, desprovida de ação. Na descrição o ser, o objeto ou ambiente são importantes, ocupando lugar de destaque na frase o substantivo e o adjetivo.

O emissor capta e transmite a realidade através de seus sentidos, fazendo uso de recursos lingüísticos, tal que o receptor a identifique. A caracterização é indispensável, por isso existe uma grande quantidade de adjetivos no texto.

Há duas descrições:

Descrição denotativa

Descrição conotativa.

DESCRIÇÃO DENOTATIVA

Quando a linguagem representativa do objeto é objetiva, direta sem metáforas ou outras figuras literárias, chamamos de descrição denotativa. Na descrição denotativa as palavras são utilizadas no seu sentido real, único de acordo com a definição do dicionário.

Exemplo:

Saímos do campus universitário às 14 horas com destino ao agreste pernambucano. À esquerda fica a reitoria e alguns pontos comerciais. À direita o término da construção de um novo centro tecnológico. Seguiremos pela BR-232 onde encontraremos várias formas de relevo e vegetação.

No início da viagem observamos uma típica agricultura de subsistência bem à margem da BR-232. Isso provavelmente facilitará o transporte desse cultivo a um grande centro de distribuição de alimentos a CEAGEPE.

DESCRIÇÃO CONOTATIVA

Em tal descrição as palavras são tomadas em sentido figurado, ricas em polivalência.

Exemplo:

João estava tão gordo que as pernas da cadeira estavam bambas do peso que carregava. Era notório o sofrimento daquele pobre objeto.

Hoje o sol amanheceu sorridente; brilhava incansável, no céu alegre, leve e repleto de nuvens brancas. Os pássaros felizes cantarolavam pelo ar.

NARRAÇÃO

Narrar é falar sobre os fatos. É contar. Consiste na elaboração de um texto inserindo episódios, acontecimentos.

A narração difere da descrição. A primeira é totalmente dinâmica, enquanto a segunda é estática e sem movimento. Os verbos são predominantes num texto narrativo.

O indispensável da ficção é a narrativa, respondendo os seus elementos a uma série de perguntas:

Quem participa nos acontecimentos? (personagens);

O que acontece? (enredo);

Onde e como acontece? (ambiente e situação dos fatos).

Fazemos um texto narrativo com base em alguns elementos:

O quê? - Fato narrado;

Quem? – personagem principal e o anti-herói;

Como? – o modo que os fatos aconteceram;

Quando? – o tempo dos acontecimentos;

Onde? – local onde se desenrolou o acontecimento;

Por quê? – a razão, motivo do fato;

Por isso: - a conseqüência dos fatos.

No texto narrativo, o fato é o ponto central da ação, sendo o verbo o elemento principal. É importante só uma ação centralizadora para envolver as personagens.

Deve haver um centro de conflito, um núcleo do enredo.

A seguir um exemplo de texto narrativo:

Toda a gente tinha achado estranha a maneira como o Capitão Rodrigo Camborá entrara na vida de Santa Fé. Um dia chegou a cavalo, vindo ninguém sabia de onde, com o chapéu de barbicacho puxado para a nuca, a bela cabeça de macho altivamente erguida e aquele seu olhar de gavião que irritava e ao mesmo tempo fascinava as pessoas. Devia andar lá pelo meio da casa dos trinta, montava num alazão, trazia bombachas claras, botas com chilenas de prata e o busto musculoso apertado num dólmã militar azul, com gola vermelha e botões de metal.

(Um certo capitão Rodrigo – Érico Veríssimo)

A relação verbal emissor – receptor efetiva-se por intermédio do que chamamos discurso. A narrativa se vale de tal recurso, efetivando o ponto de vista ou foco narrativo.

Quando o narrador participa dos acontecimentos diz-se que é narrador-personagem. Isto constitui o foco narrativo da 1ª pessoa.

Exemplo:

Parei para conversar com o meu compadre que há muito não falava. Eu notei uma tristeza no seu olhar e perguntei:

- Compadre por que tanta tristeza?

Ele me respondeu:

- Compadre minha senhora morreu há pouco tempo. Por isso, estou tão triste.

Há tanto tempo sem nos falarmos e justamente num momento tão triste nos encontramos. Terá sido o destino?

Já o narrador-observador é aquele que serve de intermediário entre o fato e o leitor. É o foco narrativo de 3ª pessoa.

Exemplo:

O jogo estava empatado e os torcedores pulavam e torciam sem parar. Os minutos finais eram decisivos, ambos precisavam da vitória, quando de repente o juiz apitou uma penalidade máxima.

O técnico chamou Neco para bater o pênalti, já que ele era considerado o melhor batedor do time.

Neco dirigiu-se até a marca do pênalti e bateu com grande perfeição. O goleiro não teve chance. O estádio quase veio abaixo de tanta alegria da torcida.

Aos quarenta e sete minutos do segundo tempo o juiz finalmente apontou para o centro do campo e encerrou a partida.

FORMAS DE DISCURSO

Discurso direto;

Discurso indireto;

Discurso indireto livre.

DISCURSO DIRETO

É aquele que reproduz exatamente o que escutou ou leu de outra pessoa.

Podemos enumerar algumas características do discurso direto:

- Emprego de verbos do tipo: afirmar, negar, perguntar, responder, entre outros;

- Usam-se os seguintes sinais de pontuação: dois-pontos, travessão e vírgula.

Exemplo:

O juiz disse:

- O réu é inocente.

DISCURSO INDIRETO

É aquele reproduzido pelo narrador com suas próprias palavras, aquilo que escutou ou leu de outra pessoa.

No discurso indireto eliminamos os sinais de pontuação e usamos conjunções: que, se, como, etc.

Exemplo:

O juiz disse que o réu era inocente.

DISCURSO INDIRETO LIVRE

É aquele em que o narrador reconstitui o que ouviu ou leu por conta própria, servindo-se de orações absolutas ou coordenadas sindéticas e assindéticas.

Exemplo:

Sinhá Vitória falou assim, mas Fabiano franziu a testa, achando a frase extravagante. Aves matarem bois e cavalos, que lembrança! Olhou a mulher, desconfiado, julgou que ela estivesse tresvariando”. (Graciliano Ramos).

9 Julho 2008 Escrito por zailda | aprendizado, interpretação, textos | , , , , | 1 Comentário

Férias sem dor na consciência

As férias já começaram, mas se você não se dedicou no semestre passado, ainda há algumas providências a tomar antes de empacotar de vez os livros. Se você ficou com notas baixas, se fez recuperação ou se “passou raspando”, ainda não está na hora de descansar.

Férias são um prêmio para quem realmente estudou, e se você não o fez até agora, está na hora de fixar a matéria desse semestre para não ter dificuldades redobradas no próximo. Depois que resolver suas dúvidas e fixar bem o que tinha esquecido, guarde seus livros e boas férias!

(zailda coirano)

6 Julho 2008 Escrito por zailda | aprendizado, dica, férias | , , | Não Há Comentários

Auxilie sua memória

Você estuda, estuda, e na hora do teste dá um branco e não lembra mais nada do que estudou. Isso não é tão raro assim e muitos estudantes e concurseiros reclamam da mesma coisa, mas há algumas formas de fixar o que aprendeu para não perder dados e confundir tudo na hora da prova.

Em primeiro lugar, sempre que for estudar tenha em mãos um bloco de anotações, uma caneta e um marcador de texto. Faça uma leitura prévia no que vai estudar e com o marcador de texto vá grifando o que é mais importante, as palavras-chave, mas grife só o que for realmente essencial. Enquanto lê, vá falando essas palavras que vai grifando em voz alta para ajudar na memorização.

Depois da leitura prévia, leia novamente e vá fazendo um resumo no seu bloco de anotações. Alguns preferem fazer esse resumo de forma mais visual, com desenhos, chaves, colchetes, etc. Faça da forma que fique mais fácil para você entender quando for estudar.

Depois de feito o resumo, dedique-se a entender o assunto e depois a decorar os dados importantes. Quando achar que já está tudo memorizado, vá para a frente do espelho e dê uma aula para si mesmo com o bloco na mão e depois que já tiver treinado bastante, deixando o bloco de lado e recorrendo apenas à sua memória.

Estude um assunto de cada vez para não embaralhar tudo em sua cabeça e só passe ao assunto seguinte depois que já tiver memorizado tudo do anterior. Nunca pule para o próximo antes de estar seguro do que está estudando, porque é melhor saber bem 4 ou 5 assuntos do que saber um pouquinho de 20, porque senão acontece o famoso “branco”.

Não estude por horas a fio, seu cérebro tem uma capacidade limitada de armazenar informações e também precisa de descanso, ou deletará tudo o que você tenta aprender. Assim que se sentir cansado pare um pouco, dê uma volta, vá tomar água, levante, espreguice, ouça uma música. Pelo menos a cada meia hora tente fazer uma pausa de 5 minutos, você verá que seu rendimento será bem maior do que se ficasse horas e horas na frente dos livros.

Estude em um horário sem muito barulho e em um local onde não haja outras pessoas circulando ou a toda hora requerendo a sua atenção. Tire o telefone do gancho, desligue o celular e a TV para não se distrair nem ser interrompido em seu estudo.

Antes de começar, estabeleça o tempo que vai dedicar à essa atividade. Uma hora? Duas? Mas não esqueça dos intervalos. Se você seguir esses passos verá que os “brancos” vão se tornar apenas uma lembrança do passado.

(zailda coirano)

29 Junho 2008 Escrito por zailda | aprendizado, comportamento | , , , , | Não Há Comentários

Provas de digitação

Se você vai fazer uma prova de digitação mas não sabe ainda digitar direito, o primeiro passo é familiarizar-se com o teclado. Entre numa sala de bate-papo, por exemplo, ou copie uma receita no word. Se o resultado não for lá aquelas coisas, baixe um programa com o qual você possa fazer aulas como se estivesse numa escola de digitação. Há muitos programas para esse fim, mas se você não está a fim de procurar muito, baixe o DatiExpert, clicando no link abaixo:

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Faça todas as aulas direitinho, mas na hora da prova também há algumas regrinhas básicas. Normalmente você tem que copiar um texto, e se você tem o hábito de leitura não será difícil, mas se não tem, vá lendo e digitando as palavras em grupos de três: leia 3 palavras, digite e leia mais três, e assim até terminar o texto.

Para não se perder você pode usar uma régua ou lápis embaixo da linha que está digitando e ir movendo para baixo, assim você não perde tempo procurando onde parou.

Tente não ficar nervoso porque não adianta digitar depressa se sair tudo errado. Digitando a uma velocidade normal e constante com certeza haverá tempo para digitar tudo direitinho e depois conferir antes de imprimir.

Boa sorte!

(zailda coirano)

23 Junho 2008 Escrito por zailda | Concursos, digitação, provas | , , , , | Não Há Comentários

Como estudar para a prova

Na hora de estudar, como em tudo o mais que fazemos, é importante ter um plano de ação antes de executar. O melhor é ter em mãos a lista da matéria que vai ser abordada e se possível fazer um teste antes para ver como está seu conhecimento, porque o tempo é precioso e não adianta nada estudar o que você já sabe, deixando de lado o que ignora.

Com a lista em mãos, na frente de cada item vá dando notas para si mesmo de zero a 5, conforme seu conhecimento naquela área ou assunto específico, e estude de acordo com essa nota, conforme a sugestão abaixo:

  • nota zero - em assuntos sobre os quais você não sabe nada, você precisará de ajuda. Pode ser que seu professor concorde em ficar alguns minutos a mais com você depois da aula para ajudá-lo com uma explicação extra (eu concordaria), e se por acaso ele não puder, peça a um colega de classe que entenda do assunto para explicar-lhe. Se tiver muitas dúvidas, compensa até ir à casa dele e passar uma tarde aprendendo sobre o assunto.
  • nota 1 - sobre esses assuntos você pode até estudar sozinho, mas dedique bastante tempo para isso. Passe uma ou duas horas relendo toda a matéria, faça gráficos e resumos, tente decorar dados mais importantes, pergunte aos colegas de classe o que sabem disso.
  • nota 2 - nesses assuntos você está um pouco melhor, mas mesmo assim precisa reforçar seu conhecimento. Que tal ir à biblioteca pesquisar sobre o assunto, ou mesmo na internet? Mas não deixe o msn ligado, senão adeus estudos!
  • nota 3 - nesses assuntos você já está melhor, mas com certeza se não estudar vai ter dúvidas na hora da prova, e já que tirou as dúvidas mais urgentes nos assuntos com nota menor, vale a pena investir um pouco do seu tempo informando-se melhor. Leia suas anotações e se tiver tarefas já feitas sobre o assunto, apague e faça tudo de novo.
  • nota 4 - quase perfeito nessas áreas, se sobrou um tempo sempre é bom dar uma lida na matéria, quem sabe ficou alguma coisa para trás que você não percebeu da primeira vez que aprendeu?
  • nota 5 - tranqüilo, nem precisa perder tempo, já que você já sabe tudo do assunto, é quase um expert.

Agindo assim você estuda o que sabe menos, dedicando maior parte de seu tempo e esforço a eles, deixando sempre o que sabe melhor para o final.

E o que fazer se você se atribuir nota zero em tudo? Bem, nesse caso ou você não assistiu nenhuma aula esse bimestre, ou está precisando urgentemente mudar sua postura como aluno, porque se você não sabe nada de nada é porque deixou para aprender tudo às vésperas da prova. Meu conselho nesse caso é você tentar aprender o que achar mais necessário e rezar bastante para a prova ser toda a respeito desse assunto.

(zailda coirano)

20 Junho 2008 Escrito por zailda | aprendizado, provas | , , , | Não Há Comentários

Aprenda inglês em 3 meses

Alguns cursos de inglês anunciam que podem ensinar inglês em 3 meses e meus alunos costumam me questionar quanto a isso. Ora, eu não dou aula em “curso” de inglês, e sim numa ESCOLA conceituada que tem quase mil franquias no Brasil e no exterior e que já recebeu vários prêmios em sua área.

Para aprender é necessário que nosso cérebro tenha tempo para assimilar e só a prática leva ao aprendizado e à perfeição, principalmente se tratando de um idioma estrangeiro.

Certa vez um aluno que ia para o exterior queria fazer um curso VIP e me perguntou em quanto tempo eu conseguiria lhe passar todo o conteúdo de um livro que ele queria estudar antes de viajar. Minha resposta não o animou:

- Em 24 horas. Entramos no domingo às 7 da manhã e ficamos até segunda às 7. Garanto que passo o conteúdo do livro todo, só não garanto que você vá aprender alguma coisa.

O que acontece é que muitos confundem a relação ENSINO X APRENDIZADO com a simples troca de informações. Se eu passar 1.000 palavras novas por dia para meus alunos estarei apenas transmitindo informações, pois o cérebro deles não terá tempo suficiente para absorver a informação e nem haverá tempo hábil para que a pratiquem, então com certeza durante a noite, quando estiverem dormindo, o cérebro deles simplesmente deletará tudo o que eu disse no dia anterior.

Existe uma campanha publicitária “por quê o aluno não esquece o inglês que aprende no CCAA?” e a minha teoria é de que não esquece porque PRATICA. Só praticando muito as estruturas e o vocabulário de um idioma nosso cérebro vai conseguir incorporar o idioma para que o falemos fluentemente e o entendamos como se fosse o nosso próprio.

O aprendizado de um idioma é um caminho longo, e nem precisa ser árduo ou difícil, mas sempre há aqueles que procuram atalhos, mas como na vida real, quem procura por atalhos pode ter surpresas desagradáveis pela frente.

O que falta a esses cursos-relâmpago é seriedade. Seriedade para admitir que são meros “passadores de informação” que - a menos que você seja um gênio - dificilmente será aproveitada.

(zailda coirano)

16 Junho 2008 Escrito por zailda | aprendizado | , , | 2 Comentários